O Canal Q emite todos os dias, nas quatro operadoras nacionais. Aqui fica o que está a dar agora, a grelha da semana, e onde nos encontrar.
Todos os operadores listados acima pagam ao Canal Q, e é essa a verificação que vale. Uma lista de canais na internet fica desactualizada; uma factura não fica. Foi por isso que corrigi o critério — no primeiro levantamento tinha escondido operadores reais só porque não encontrei o número deles publicado, o que era esconder receita.
Falta apurar a posição nestes:
Pedem-se aos próprios operadores — são eles que as definem, e a resposta chega por email num dia.
A Orange não está na lista, e é de propósito: o contrato terminou. A lista pública deles já não mostra o Canal Q, o que bate certo com a cessação.
Pista que apareceu e não é europeia: as fichas do canal referem emissão em Angola e Moçambique. Se houver mesmo distribuição africana, é mercado que não está em documento nenhum e vale mais do que qualquer destes bouquets.
A grelha carregada é a de —, com datas reais, e por isso o que está a dar é calculado pela data e hora de Lisboa — não projectado sobre o dia da semana, como era enquanto os dados eram de Janeiro de 2025.
O que acontece quando a janela do EPG acabar: a caixa do topo
deixa de dizer "No ar agora" e passa a dizer "Exemplo de programação", sozinha, sem ninguém
vir cá editar. Quem decide é estadoDaGrelha(), comparando o dia de hoje com a
janela coberta pelos dados. Os ficheiros de EPG chegam por email, um por mês: trocar os
dados basta, a lógica não muda.
Emissões que não ligam ao catálogo, e porquê (corrigido a 28 Jul 2026). A grelha dizia "não fica no catálogo" a duas coisas diferentes, e a segunda era falsa: 581 emissões de dez programas da própria casa — Cabeça de Cartaz, No Trilho, QTalento, Temperos e outros — apareciam anunciadas como externas e a caminho de sair, quando a única coisa verdadeira é que entraram na antena depois do EPG que gerou o catálogo. Agora são dois rótulos: "produção externa" diz quem produziu, "ainda sem ficha no site" diz o que nos falta a nós.
Nenhum deles diz se o programa fica ou sai, e é de propósito: há contratos que permitem continuar a emitir programas externos em televisão e em digital, e isso vê-se contrato a contrato (CEO, 28 Jul 2026). "Externo" descreve quem produziu; não decide se fica. Enquanto os contratos não estiverem lidos, o site não afirma nem uma coisa nem outra.